DROGAS E RD

"Malandro que é malandro
Sabe que a coisa tá na cabeça,
e que a droga
acelera, adia ou faz esquecer a coisa"
(TIMBUCA - Comissão de Saúde PEL)

 
A Redução de Danos parte da consolidação do Estado Democrático de Direito, que deve respeitar a vontade das pessoas com relação ao uso de drogas, não discriminando aquelas que optarem pela alternativa de fazer uso de alguma substância, já que as situações de legalidade ou ilegalidade foram cultural e socialmente construída ao longo do tempo, pois "(...) na história da humanidade, as drogas passaram muito mais tempo liberadas que proibidas..." (Vergara. pg. 48).
A seguir, apresentamos as principais substâncias psicoativas utilizadas no Brasil, com suas formas de ação no corpo humano e, mais importante, as formas de reduzir os danos provocados pelo excesso.
  A Redução de Danos não se propõe a fazer apologia ao uso ou condenar os usuários e sim tornar as relações com drogas mais harmoniosas, uma vez que o ideal seria que as pessoas não precisassem usá-las, mas se o fizerem que seja dentro de uma proposta de saúde e cidadania.
 
“É preciso superar o momento em que as drogas são inimigas da vida”
(Marcelo A. Campos)